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Descrição arquivística
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Concurso de Peças de Teatro
BR RJFUNARTE PCM.4.4.D.16 · Dossiê · 1947-1950
Parte de Fundo Paschoal Carlos Magno

Evento promovido pelo Teatro do Estudante do Brasil com o patrocínio do industrial Mario D’Almeida. O concurso era destinado a peças de teatro inéditas, compostas de 3 ou mais atos. O encerramento para as inscrições foi 15 de dezembro de 1948, sendo o resultado previsto para março do ano seguinte. Porém, houve um atraso na entrega dos prêmios. Os vencedores do primeiro e segundo lugar foram: João Estevão Bittencourt e Hugo Bulcão. Dossiê composto por: correspondência, textos informativos, recibos e recortes de jornal.

Festival Shakespare
BR RJFUNARTE PCM.4.4.D.18 · Dossiê · 1948-1949
Parte de Fundo Paschoal Carlos Magno

O TEB apresentou no Teatro Fênix, de maio a agosto de 1949, três peças de Shakespeare. O início deste festival ocorreu com a estreia de Romeu e Julieta, no dia 19 de maio. A tradução utilizada pelo TEB foi autoria do poeta Onestaldo de Pennafort. A direção cênica do espetáculo ficou a cargo de Esther Leão. Cenário e figurino foram criados por Santa Rosa; e Tatiana Leskova assinou a coreografia do espetáculo. Macbeth, a segunda peça do Festival Shakespeare, subiu ao palco no dia 17 de junho, também sob direção de Esther Leão. O cenário e o figurino do espetáculo ficaram a cargo de Pernambuco de Oliveira. Por último, veio à cena Sonho de uma noite de verão, que estreou no Fênix em 22 de julho. A tradução de Visconde de Castilho foi adaptada por Sérgio Britto junto a Ruggero Jacobbi, que também dirigiu o espetáculo. Nilson Penna foi quem elaborou o cenário e figurino da peça. Estava também incluída na programação deste evento do TEB a montagem de Otelo, que não chegou a realizar-se. Em meio ao Festival Shakespeare, Paschoal Carlos Magno publicou em sua coluna no Correio da Manhã uma crônica intitulada A despedida do fracassado, na qual ele declarava a sua intenção de encerrar todas as atividades do Teatro do Estudante do Brasil devido à falta de recursos financeiros. Este apelo de Paschoal teve grande repercussão, incitando assim várias manifestações de solidariedade que impediram o fim do TEB, e o prosseguimento do Festival Shakespeare. O elenco das peças desta temporada foi formado por alunos do Seminário de Arte Dramática; a peça Sonho de uma noite de verão contou também com a participação do ator profissional Jaime Barcellos, do Teatro dos Doze. O dossiê é composto por: correspondência, caderno de despesas, programas e fichas técnicas, pedido de liberação à censura, programa de ensaios, borderôs, relação de credores do TEB, cartaz, texto, documentos contábeis, recortes de jornal.

Campanha Financeira
BR RJFUNARTE PCM.4.4.D.19 · Dossiê · 1950-1955
Parte de Fundo Paschoal Carlos Magno

Devido à repercussão do artigo A despedida do fracassado de Paschoal Carlos Magno, foi elaborado, pelo deputado Café Filho, um projeto que previa uma verba de quinhentos mil cruzeiros destinada ao amparo do TEB. Esta verba, depois de aprovada na câmara e no senado, foi sancionada em 16 de janeiro de 1950. Mas tal quantia não chegou às mãos de Paschoal, pois naquela época o Tesouro Nacional passava por dificuldades. Frente a esta situação o Teatro do Estudante do Brasil lançou uma Campanha Financeira com a finalidade de quitar com as dívidas que fizera para a produção do Festival Shakespeare, e assim prosseguir com o seu trabalho. Dossiê composto por: correspondência, listagens diversas e recortes de jornal.

A Revolta dos Brinquedos
BR RJFUNARTE PCM.4.4.D.20 · Dossiê · 1949-1950
Parte de Fundo Paschoal Carlos Magno

Em setembro de 1950, o TEB apresentou em praças do Rio de Janeiro a peça infantil A Revolta dos Brinquedos. Os espetáculos eram realizados em cima de um palco armado sobre um caminhão. Os locais visitados pelo grupo foram: Largo do Catumbi, Praça Barão de Drumond, Praça Seca, Largo do Méier, Largo de Ramos, Jardim de Alah e Largo do Machado. Dossiê composto por: programação e recortes de jornal.

Viagem Norte Nordeste
BR RJFUNARTE PCM.4.4.D.21 · Dossiê · 1952-1972
Parte de Fundo Paschoal Carlos Magno

Excursão do Teatro do Estudante do Brasil por sete capitais brasileiras: Manaus, Belém, São Luiz, Teresina, Fortaleza, Natal, João Pessoa e Recife. A viagem durou de 06 de janeiro a 12 de março de 1952, e contou com a participação de 21 jovens, dentre eles: Celme Silva, Miriam Carmen e Paulo Francis. Foram apresentadas nas cidades visitadas as seguintes peças: Espectros (Ibsen), Noviço (Martins Penna), Romeu e Julieta (Shakespeare), Hécuba (Eurípedes), Antígona e Édipo Rei (Sófocles), além de dois autos de Gil Vicente (Auto de Mofina Mendes e Auto da Cananeia). Paralelo ao programa realizado nos teatros, a peça infantil A revolta dos brinquedos, de Pernambuco de Oliveira e Pedro Veiga, era apresentada gratuitamente, quase sempre ao ar livre. Os espetáculos do TEB desta temporada foram dirigidos por: Esther Leão, Jorge Kossowsky e Silva Ferreira, sendo que este foi o único a viajar pelo Norte e Nordeste. Paschoal Carlos Magno, auxiliado por sua irmã Orlanda e Aureo Nonato, liderou o grupo de estudantes, estando presente em todas as cidades por onde o TEB passou. Já de volta no Rio de Janeiro, no dia 07 de abril, Paschoal fez uma palestra sobre a viagem do TEB, nos salões nobres da Casa do Estudante do Brasil. Compõem este dossiê: recortes de jornal, cartazes e programas, documentos contábeis diversos, borderô, TEB na imprensa, histórico de visitas do TEB, livro de ouro, correspondência, projeto, plano de viagem, documentos relacionados ao serviço de censura e transcrição de discursos.

Teatro Experimental de Ópera
BR RJFUNARTE PCM.4.4.D.22 · Dossiê · 1949-1958
Parte de Fundo Paschoal Carlos Magno

O Teatro Experimental de Ópera foi uma organização artística autônoma, mas anexada ao TEB enquanto um departamento do grupo. Tinha como objetivo o desenvolvimento da arte lírica nacional. A cantora Alda Pereira Pinto foi uma das maiores colaboradas deste empreendimento que estreou no Teatro República, em 07 de abril de 1949, com a ópera Boêmia (Puccini). O programa desta sua primeira temporada, também contou com a apresentação das seguintes obras: Madame Buterfly (Puccini), Traviata (Verdi), Soror Angélica (Puccini) e Serva Padrona (Pergolése). O TEO era formado por alunos de escolas de canto em geral. Depois da estreia do TEO, pouco se sabe sobre as atividades do grupo, pois não há uma documentação significativa referente aos seus espetáculos seguintes. Dossiê composto por: correspondência, estatuto, fiscalização, relação de componentes e cartazes, Programas, relação de despesas, finanças, balancete, discurso, TEO na imprensa e recortes de jornais.

Coral Bach
BR RJFUNARTE PCM.4.4.D.23 · Dossiê · 1949
Parte de Fundo Paschoal Carlos Magno

Como departamento do Teatro do Estudante do Brasil, este coral foi criado para difundir as músicas de Bach. Toda a documentação deste dossiê é referente às apresentações ocorridas no Teatro República, em abril de 1949, quando o Coral Bach dividiu o palco com o Teatro Experimental de Ópera. Mas há várias notícias sobre este conjunto em reportagens que compõe outros dossiês da subsérie Teatro do Estudante do Brasil. Este dossiê é composto por: Pedidos de liberação de espetáculos ao Serviço de Censura, borderôs e programas referentes à apresentação no Teatro República (abril de 1949). Consta também uma espécie de recibo assinado por Yolanda Damasceno.

Geral
BR RJFUNARTE PCM.4.4.D.1 · Dossiê · 1944-1956
Parte de Fundo Paschoal Carlos Magno

Dossiê que reúne os seguintes documentos que se relacionam de forma genérica com o Teatro Duse: correspondência, prospectos, folha de ponto e lista de presença (livro), certidões de registro dos nomes “Teatro Duse” e “Teatro do Estudante”; ata e lista de presença (livro); conjunto de manuscritos de Paschoal Carlos Magno intitulado “Planos de Paschoal a respeito de uma companhia profissional do Teatro Duse”, listagens diversas, anotações manuscritas, recortes de jornais e revistas, carteirinhas, entre outros.

Recepções no Duse
BR RJFUNARTE PCM.4.4.D.2 · Dossiê · 1952-1958
Parte de Fundo Paschoal Carlos Magno

Recepções no Teatro Duse de artistas e companhias teatrais, nacionais e internacionais: Teatro Brasileiro de Comédia (1951), Comédie Française (junho/52), Les Téophiliens - grupo de teatro amador formado por estudantes da Sobornne (agosto/52), a atriz italiana Pier Angeli (1953), e a Cia. Louis Barrault (1954). Alguns dos documentos que compõe este dossiê não tratam apenas da visita do artista ao T. Duse, como também da temporada artística destas companhias no Brasil. Dossiê composto por correspondência, recortes de jornal e folder.